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Filtro por categoria: Mobile

5 tendências do e-commerce para 2017

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A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, seguem abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Para o cliente valorizar, ele precisa se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

Fonte: Profissional de E-commerce

Pixel e Pixel XL: os novos smartphones da Google

Finalmente chegou o dia em que pudemos conhecer a nova geração de smartphones da Google. Como todos já imaginavam, os aparelhos não vão seguir o nome “Nexus” que fez parte da fabricante por vários anos. Desta vez os dispositivos se chamam “Google Pixel” e “Google Pixel XL“.

A Google não quis fazer do anúncio um grande showroom de capacidades de hardware. Em vez disso, a empresa de Mountain View foi longe e mostrou grandes novidades nos recursos adicionais que fazem parte dos aparelhos.

Para começar, é bom deixar claro que os aparelhos serão os primeiros a chegar ao mercado com as novas capacidades de assistente pessoal do Google Assistant — uma versão mais elaborada e com conhecimento e interações mais profundas do que os oferecidos pelo Google Now.

Dois modelos diferentes

Como já era esperado, a Google apresentou dois smartphones diferentes no evento de hoje. O Pixel tem tela Full HD de 5 polegadas e 1920×1080 e o Pixel XL traz tela Quad HD de 5,5 polegadas. Outra diferença está na bateria dos modelos: 2.770 mAh no aparelho compacto e 3.450 mAh no “irmão maior”. Nos dois dispositivos, o display é AMOLED.

Fora isso, ambos surgem com processador Qualcomm Snapdragon 821 quad-core com clock de 2,15 GHz e 4 GB de RAM LPDDR4. Outra similaridade está no sensor de impressões digitais Pixel Imprint usado para o desbloqueio das telas. Por fim, os dois contam com 32 GB ou 128 GB de armazenamento e também trazem conectores USB Type-C para recargas mais rápidas de bateria.

Especificações técnicas

Google Pixel

  • Sistema operacional: Android 7.1
  • Display: AMOLED de 5 polegadas
  • Resolução: 1920×1080 pixels
  • Densidade: 441 ppi
  • Chipset: Snapdragon 821
  • CPU: quad-core de 2,15 GHz (64 bits)
  • RAM: 4 GB
  • Armazenamento: 32 GB ou 128 GB
  • Câmera traseira: 12,3 MP com f/2.0 e estabilização de imagens
  • Câmera frontal: 8 MP
  • Bateria: 2.770 mAh com Fast Charge
  • Extras: leitor de impressões digitais, NFC, USB Tipo-C
  • Dimensões: 143,8 x 69,5 x 8,6 mm
  • Peso: 143 gramas

Google Pixel XL

  • Sistema operacional: Android 7.1
  • Display: AMOLED de 5,5 polegadas
  • Resolução: 2560×1440 pixels
  • Densidade: 534 ppi
  • Chipset: Snapdragon 821
  • CPU: quad-core de 2,15 GHz (64 bits)
  • RAM: 4 GB
  • Armazenamento: 32 GB ou 128 GB
  • Câmera traseira: 12,3 MP com f/2.0 e estabilização de imagens
  • Câmera frontal: 8 MP
  • Bateria: 3.450 mAh com Fast Charge
  • Extras: leitor de impressões digitais, NFC, USB Tipo-C
  • Dimensões: 154,7 x 75,7 x 8,6 mm
  • Peso: 168 gramas

Recursos de alto nível

Além do assistente melhorado, os novos Pixel também conta com várias outras ferramentas que podem fazer dele um grande competidor no mercado. Um dos pontos que mais foi citado pela Google foi a “Experiência de fotografia”. Há não apenas um sensor veloz e de alta qualidade, mas também ferramentas de armazenamento ilimitado na nuvem.

Quanto aos quesitos de hardware da câmera, os destaques ficam no sensor para 12,3 megapixels e nos pixels de 1,55 µm. Há ainda abertura de f/2.0 — o que o coloca atrás na disputa contra os novos iPhones e Galaxy S7, com f/1.8 e f/1.7 respectivamente.

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Indo além, o aparelho promete muito mais facilidade nas comunicações e na conectividade — graças ao novo Allo, a chips de qualidade e “ao conector de fones de ouvido”. Mais que isso, há total integração ao sistema de realidade virtual DayDream. Vamos falar mais sobre alguns deles logo abaixo deste parágrafo.

Feito para realidade virtual

De acordo com a apresentação desta terça-feira, os novos Pixel são smartphones preparados para o mercado de realidade virtual, sendo que o DayDream da própria Google seria o grande parceiro dele para isso.

 

Preço e disponibilidade

Por enquanto, apenas os Estados Unidos e alguns poucos países terão acesso às pré-vendas dos aparelhos. Não há detalhes sobre os preços de todas as versões, mas já se sabe que o Pixel menor terá o preço começando em US$ 649 (R$ 2.058). Ainda não há informações sobre a possível vinda dele ao Brasil.

Fonte: Tecmundo

Uber é legalizado em SP e usuário terá de pagar tarifa extra

Principal motivador do decreto da gestão Fernando Haddad (PT) que liberou o transporte individual privado de passageiros, o Uber é, a partir desta terça-feira, 19, a terceira empresa credenciada para oferecer corridas a passageiros em São Paulo de forma legalizada – sai atrás da espanhola Cabify e da brasileira Easy Táxi, que lançou seu “Easy Go” na semana passada.

A autorização do Uber será publicada no Diário Oficial da Cidade desta terça-feira. A empresa decidiu transferir para o passageiro a taxa de R$ 0,10 cobrada pela Prefeitura para cada quilômetro rodado.

 O porta-voz da empresa no Brasil, Fabio Sabba, afirma estimar que o impacto dessa cobrança extra será reduzido.

Para que a tarifa aumente R$ 1 no final, o passageiro terá de percorrer ao menos 10 quilômetros, explica.

A taxa da Prefeitura – uma outorga pelo uso do viário urbano para o serviço de transporte individual – virá descrita no recibo que o Uber envia para o cliente por e-mail, separada do valor do serviço, pagos à empresa e ao motorista.

Em viagens que cruzam distâncias maiores, como de São Paulo para o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, a tarifa da Prefeitura será cobrada apenas no trecho de São Paulo. Ao deixar o Município, o aplicativo saberá, pelo GPS, que deverá deixar de fazer a cobrança extra.

Ainda segundo Sabba, não houve demora para a regulamentação da empresa. “Os textos da Prefeitura ainda estavam saindo, e tínhamos de esperar. Mas é lógico que queríamos operar de acordo com as regras. São Paulo é a primeira empresa em que o Uber opera sob esse tipo de regulamentação em toda a América Latina”, disse.

Há duas semanas, Rodrigo Pirajá, diretor-presidente da SPNegócios, empresa da Prefeitura à frente da regulamentação dos aplicativos de transporte, havia informado que, no caso do Uber, havia algumas dificuldades técnicas para a adequação dos sistemas.

Dados

A regulamentação da Prefeitura prevê que o poder público tenha acesso aos dados sobre número de viagens, total de carros e tarifas instantaneamente, para que possa cobrar a tarifa de R$ 0,10 por km e também verificar se o limite de quilômetros que as empresas de aplicativo podem rodar está perto de ser atingido.

Esse limite é de 27 milhões de quilômetros por mês, ou o equivalente ao que 5 mil táxis percorrem.

Segundo a Prefeitura, há ainda uma empresa em processo de cadastramento. A expectativa dos técnicos da gestão Haddad é de que uma quinta companhia também entre no mercado paulistano.

A cota de quilômetros que os aplicativos serão autorizados a rodar poderá mudar caso se note que os índices de trânsito estão aumentando ou diminuindo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame

Vírus para Android se disfarça de aplicativos populares para roubar dados

A empresa de segurança digital FireEye identificou recentemente uma nova ameaça que infecta dispositivos móveis com sistema operacional Android. Para roubar os dados de conta bancária das vítimas, o arquivo malicioso se “disfarça” de um aplicativo popular, como o WhatsApp ou o Facebook, para levar o usuário a crer que são estes apps que estão solicitando seus dados.

 

De acordo com a empresa de segurança, não se trata apenas de uma ameaça específica, mas de uma família de malwares que têm o mesmo método. Além dos aplicativos já citados, alguns deles também já foram vistos disfarçando-se do aplicativo de um banco na Alemanha, do aplicativo oficial dos correios na Dinamarca e na Austria, e do Youtube e WeChat no Reino Unido, Noruega e Itália.

Segundo o PplWare, os arquivos nocivos são propagados por meio de mensagens SMS com um link. Ao clicar no link, o usuário baixa o arquivo para seu smartphone. Ele então fica indetectável, e só “acorda” quando percebe que a vítima abriu um aplicativo que ele sabe imitar. Nesse momento, ele imita a interface do aplicativo original para enviar mensagens pedindo os dados bancários da vítima.

A vítima, por sua vez, acredita que na verdade é o aplicativo original que está solicitando seus dados, o que aumenta a probabilidade de que ela os forneça. Segundo os pesquisadores, na Dinamarca mais de 130 mil pessoas já foram infectadas por arquivos nocivos dessa família. Além disso, segundo a FireEye, o modo como os malwares são criados torna fácil para os criminosos incrementar suas capacidades. Com isso, eles podem “aprender” novos disfarces.

Prevenção

De acordo com a empresa, a principal recomendação para que os usuários de Android evitem ameaças desse tipo é permitir apenas a isntalação de aplicativos hospedados na Play Store. A FireEye também recomenda cuidado caso o usuário receba mensagens SMS de estranhos, ou com textos suspeitos. Nesses casos, o melhor a se fazer é deletar a mensagem e jamais clicar nos links enviados.

Além disso, fique atento ao comportamento de qualquer aplicativo popular que você utilize. Caso ele comece a enviar mensagens incomuns ou solicitar seus dados, não os entregue. Especialmente no caso de apps como o WhatsApp e o Facebook, é extremamente improvável que eles precisem de qualquer dado bancário seu para qualquer coisa.

Outra recomendação da empresa é o uso de alguma solução de segurança para o seu dispositivo móvel. Confira algumas das principais ferramentas de proteção disponíveis para o sistema operacional em um vídeo que pode ser visto por meio deste link.

Fonte: Olhar Digital

Operadoras são pouco transparentes com dados de usuários

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Operadoras são pouco transparentes com dados de usuários

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A maioria dos provedores de acesso à internet no Brasil não informa claramente de que maneira coleta, utiliza e armazena os dados dos consumidores.

É o que revela o estudo ‘Quem defende seus dados?’, realizado pelo Internet Lab – um dos principais centros de pesquisa de política em internet no País – em parceria com a organização não governamental norte-americana Electronic Frontier Foundation (EFF), uma das mais importantes entidades de defesa de direitos digitais em todo o mundo.

Entre as operadoras brasileiras, a mais bem colocada foi a TIM, que recebeu pelo menos um ponto nos principais quesitos; a pior posicionada foi a Oi, que pontuou em apenas uma das categorias.

Para fazer o estudo, as entidades analisaram contratos de prestação de serviço de banda larga (fixa, móvel ou ambos) das operadoras Claro, Oi, TIM, Vivo, NET e GVT.

Cada uma fornece pelo menos 10% do total de acessos à internet no País – ao todo, elas são responsáveis por cerca de 90% das conexões.

A pesquisa mostra que nenhuma das seis operadoras respeita integralmente o Marco Civil da Internet. A lei – espécie de constituição que determina direitos e deveres no uso da rede – determina que os usuários têm o direito a informações sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados cadastrais (nome, endereço, CPF, por exemplo) e de registro (data e hora de uma conexão e endereço IP do usuário). Três das seis operadoras analisadas não pontuaram neste critério.

Segundo o Internet Lab, os consumidores não encontram nos contratos detalhes sobre como cada operadora coleta, usa e armazena seus dados pessoais, nem como elas garantem a segurança dessas informações sensíveis.

“Os contratos desenvolvem pouco estes temas, muitas vezes de uma forma bem confusa”, diz o diretor do Internet Lab, Dennys Antonialli.

Ordem judicial

As operadoras também não deixam claro em que circunstâncias elas cedem os dados dos usuários para o Ministério Público ou para a Justiça.

O Marco Civil garante que, na investigação de crimes, autoridades possam requerer dados cadastrais, mas restringe o acesso a dados pessoais e conteúdo das comunicações a pedidos com ordem judicial.

Para o Internet Lab, embora empresas como a NET, TIM e GVT tenham cumprido esta determinação, em seus contratos predomina a linguagem jurídica, difícil de entender para a maioria dos consumidores.

Para estimular que as operadoras melhorem suas práticas, a pesquisa também verificou se a empresa contesta judicialmente pedidos de dados abusivos; se já se posicionou sobre projetos de lei que afetam a privacidade; se informa quantas vezes recebeu pedidos de autoridades do governo; e, por fim, se notifica o cliente quando recebe pedidos de acesso a seus dados pessoais.

Nenhuma operadora pontuou nos últimos dois critérios. “Quando o consumidor é notificado, ele pode exercer seu direito de defesa contra irregularidades”, disse o vice-presidente da EFF, o norte-americano Kurt Opsahl.

Versão brasileira

A pesquisa Quem defende seus dados foi inspirada no estudo americano Who has your back, elaborado anualmente pela EFF, para avaliar as práticas e políticas de operadoras e empresas de internet em relação a privacidade de seus usuários.

Nos EUA, além das operadoras, Facebook, Apple, Google e Microsoft estão entre as empresas avaliadas.

Embora a metodologia tenha sofrido alterações para se adaptar à realidade brasileira, as operadoras locais tiveram desempenho superior às americanas, quando o estudo foi realizado pela EFF pela primeira vez, em 2011. “Isso reflete que estas questões sobre defesa dos dados estão mais presentes na sociedade”, diz o especialista.

Em notas enviadas ao jornal O Estado de S. Paulo, Claro/NET e Vivo/GVT afirmaram que “cumprem a legislação” rigorosamente em relação aos dados dos clientes.

Para a operadora TIM, “a pesquisa é uma importante ferramenta para fomentar a discussão sobre a transparência”. A operadora Oi preferiu não comentar os resultados da pesquisa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Smartphones ultrapassam os PCs no uso de internet no Brasil

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Smartphones ultrapassam os PCs no uso de internet no Brasil

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Pela primeira vez na história, os smartphones se tornaram o principal meio através do qual as pessoas acessam a internet no Brasil.

Segundo foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizado em convênio com o Ministério das Comunicações, mostrou que, pela primeira vez, o acesso à internet via telefone celular nos domicílios brasileiros ultrapassou o acesso via computador.

Segundo o estudo, cerca de 80,4% dos lares que têm acesso à internet prefere fazê-lo através do smartphone. De 2013 para 2014, entre os domicílios que acessaram a internet (inclusive os que utilizaram mais de uma forma de acesso), o percentual dos que o fizeram com um computador recuou de 88,4% para 76,6%, enquanto a proporção dos domicílios que acessavam a internet apenas cresceu.

Crescimento

Em 2004, o acesso à internet via computador estava em 6,3 milhões dos domicílios do país e passou para 28,2 milhões em 2014. Esses números equivaliam a 12,2% dos domicílios em 2004 e a 42,1% deles em 2014.

Considerando essas formas de acesso, 48,0% dos domicílios tinham acesso à internet em 2013 e 54,9% deles em 2014

A partir de 2013, a PNAD TIC passou a investigar também o acesso à internet por equipamentos diferentes do computador (celular, tablet, televisão e outros). Considerando todas essas formas de acesso, 48,0% dos domicílios tinham acesso à internet em 2013 e 54,9% deles (ou 36,8 milhões) em 2014.

Devido à distribuição de renda geograficamente desigual no país, esse acesso à internet feito através do celular é muito maior nas regiões Norte e Centro-oeste. Já em regiões com maior concentração econômica, como o Sul e o Sudeste, esse número cai um pouco. Isso acontece pois dispositivos celulares são mais baratos e acessíveis do que computadores pessoais.

Fontes: Tecmundo, IBGE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

YouTube prepara app que permite fazer transmissões ao vivo

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YouTube prepara app de transmissões ao vivo

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3743″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]Depois do Meerkat apresentar a excelente ideia de introduzir um app que facilita a transmissão de vídeos de usuários aos seus seguidores e ser devidamente massacrada por Twitter e Facebook, o Google aparentemente decidiu que não vai ficar para trás: de acordo com o Venture Beat a empresa está desenvolvendo uma ferramenta própria, chamada YouTube Connect.

A equipe do site apurou junto a uma fonte do Google que um app móvel que cria um canal simples de transmissão de vídeos profundamente atrelado ao YouTube já está em desenvolvimento e não deve demorar para dar as caras, sendo capaz de fazer exatamente a mesma coisa que o Periscope e o Facebook Live, com o esperado suporte aos serviços da gigante das buscas. Disponível para iOS e Android, o usuário se loga com sua conta e inicia um streaming, muito provavelmente utilizando-se dos links ativos para anunciar a transmissão em outras redes sociais.

O Connect, diferente do Periscope contaria com hospedagem permanente (afinal é o YouTube) e também usufruiria de opções de chat e tags. Tal como os irmãos YouTube Gaming e Red, o usuário terá acesso a uma coluna com as transmissões ao vivo e arquivadas dos canais que ele acompanha. Tudo simples, prático e rápido.

Para quem estiver utilizando outras plataformas, o streaming será disponibilizado normalmente no YouTube como já ocorre com transmissões do Hangouts e do Gaming, sem segredos aqui. Ninguém ficará sem assistir.

Fonte: MeioBit[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Ex-monge budista arrecada milhões de dólares com aplicativo de meditação

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Ex-monge budista arrecada milhões de dólares com aplicativo de meditação

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3728″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]A voz do inglês Andy Puddicombe já foi baixada mais de 6 milhões de vezes em celulares de 150 países, incluindo 100 mil vezes no Brasil, com a ajuda do aplicativo Headspace, lançado em 2012. Ele sabe da ironia de ter no aparelho que estressa tanta gente a solução para uma mente mais tranquila, mas acredita que a tecnologia pode funcionar a favor.

O celular não é bom ou ruim, apenas um pedaço de plástico e vidro no seu bolso. O problema é como nos relacionamos com a tecnologia. Precisamos achar um jeito melhor de interagir com ele, disse Puddicombe, 43, que largou os estudos de ciência esportiva aos 22 anos para virar monge nos Himalaias.

Headspace começou com uma equipe de quatro pessoas e hoje tem mais de 100 funcionários entre Londres e Venice, praia de Los Angeles onde vive com a mulher. Em setembro, a start-up levantou US$ 30 milhões (cerca de R$ 107 milhões) para contratar mais engenheiros e expandir conteúdo, que já conta com mais de 500 horas de áudio para diversos tipos de meditação.

Puddicombe no se vê como um guru e odeia o termo, apesar de ser o líder de um movimento global pela popularização da meditação. “Gurus têm seu lugar numa fé ou religião. Eu sou mais como um antiguru. Quando estou ensinando, sou igual a você, somos estudantes da mente, estou ao seu lado. A diferença é que tenho um pouco mais de prática que você”.

[/vc_column_text][thb_gap height=”32″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3729″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]Ele passou dez anos viajando pela Ásia, fazendo de Moscou sua última parada, onde havia sido recrutado para ensinar meditação. Quatro anos depois, desistiu da vida monástica e voltou para Londres para ensinar técnicas de relaxamento a executivos. “Cada vez mais eu via a necessidade de meditação no mundo. Muita gente não fazia porque achava esquisito, algo religioso ou clínico. Queria transformar em algo acessível.”

A start-up faz dinheiro com assinaturas mensais ou anuais (US$ 8 a US$ 13 por mês). Há meditações para quando se está caminhando para o trabalho, para quem tem medo de voar, para dormir melhor ou mesmo fazendo exercícios. Para os iniciantes, é possível fazer dez sessões gratuitas de dez minutos.

Puddicombe grava novas sessões três vezes por semana, e o aplicativo lança novos pacotes de áudio todo mês. “Você define sua meditação pelo uso que faz dela. Você pode usar para reduzir estresse, para ter relações mais saudáveis, para ter uma performance melhor”, disse.

“Tudo isto será efeito colateral desta jornada que é entender melhor sua mente.”

Fonte: Folha[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

iPhone SE com tela menor e preço mais baixo tem lançamento nos EUA

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iPhone SE com tela menor e preço mais baixo tem lançamento nos EUA

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O iPhone SE é o novo smartphone da Apple, que vem como opção para quem prefere as telas de 4 polegadas.

O aparelho vem com preço agressivo de US$ 399 (cerca de R$ 1.500, no câmbio do dia), e repete o visual do iPhone 5S, com construção em metal, mas com o poder de processamento do iPhone 6S. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (21) em um evento na sede da empresa em Cupertino, nos Estados Unidos.

Com o lançamento, a Apple tem dois objetivos: conquistar a China, um de seus mercados prioritários, e os usuários que buscam sua primeira experiência com smartphones – especificamente, iPhones. Vale lembrar que esta é a segunda vez que a fabricante anuncia uma edição especial do iPhone, como já ocorreu com o iPhone 5C.

Dentro do SE tem o processador A9, duas vezes mais potente que o antigo processador do iPhone 5S. Os gráficos são melhores graças ao processamento gráfico três vezes mais potente que no modelo anterior.

 

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O novo dispositivo ainda estreia o coprocessador de movimentos M9. Ele é responsável por manter os diversos sensores embutidos no iPhone funcionando permanentemente – inclusive o pedômetro, sensor que conta os passos dados pelo dono do celular ao longo do dia. Ele é particularmente útil para quem quer acompanhar as atividades físicas.

Toda a ficha técnica foi atualizada para incluir as melhorias mais recentes criadas pela Apple. O SE tem a assistente virtual Siri ativa o tempo inteiro – basta falar a frase “E aí, Siri” para acioná-la. A conexão com a rede 4G deve ser mais rápida.

A câmera passou de 8 MP para 12 MP, com direito à função Focus Pixels, em que os pixels são usados para focar automaticamente o objeto mais importante da cena. A promessa é de fotos mais belas, em um momento em que as empresas de celular param de incluir megapixels ano após ano, para melhorar a qualidade da captura de imagens feita com esses megapixels. Fotos panoramas podem ter até 63 MP.

Em termos de gravação de vídeos, a nova edição do iPhone 5S é capaz de filmar em altíssima resolução 4K. Ele também é compatível com vídeos em 1080p a 60 quadros por segundo ou slow-motion a 240 quadros por segundo (a resolução para este recurso não foi informada).

Assim como o iPhone 6S e o iPhone 6S Plus, o novo iPhone SE também é compatível com o Live Photos, Na prática, o smartphone grava alguns instantes antes e alguns instantes após o usuário bater uma foto, gerando um breve clipe de vídeo digno das fotografias vistas na série de filmes “Harry Potter”.

O modelo com display de 4 polegadas tem tela Retina com resolução de 1136 x 640 pixels. Não chega a ser HD. Ela também não conta com o sensor de pressão 3D Touch, capaz de sentir a força aplicada pelo usuário sobre a tela. A ficha técnica cita ainda a rede 4G mais rápida, uma vez que ficou compatível com os padrões mais recentes do mercado.

Considerado o “iPhone mais acessível” que a Apple já produziu, segundo o vice-presidente Greg Joswiak, o SE custa US$ 399 nos Estados Unidos pelo modelo com memória interna de 16 GB. Quem quiser comprar um iPhone SE com um mais armazenamento precisa desembolsar US$ 499 pelo modelo com 64 GB.

Operadoras de telefonia americanas vão oferecer o SE de graça em alguns planos com contrato de 24 meses. A própria Apple também vai vendê-lo num programa de financiamento com duração de dois anos, pelo valor de US$ 17 mensais.

Nos Estados Unidos, algumas operadoras de telefonia vão até mesmo oferecer o SE de graça em planos com contrato de 24 meses. A Apple também anunciou um programa de financiamento em que o iPhone SE é vendido parcelado por US$ 17 mensais ao longo de dois anos.

O iPhone SE tem pré-venda marcada para 24/03 e chega às lojas americanas em 31/03. Por enquanto não temos nenhuma palavra sobre o preço e disponibilidade dele no Brasil, mas a fabricante prometeu que o modelo de baixo custo será vendido em mais de cem nações ainda no primeiro semestre e em quatro cores: dourado, prateado, cinza espacial e rosa.

Fonte: Techtudo

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Os 5 recursos mais legais do novo Android

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Os 5 recursos mais legais do novo Android

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O Google anunciou hoje os novos recursos que chegarão ao Android N, a próxima versão do seu sistema para smartphones e tablets. Entre as novidades, estão controles que permitem reduzir o gasto de bateria e poupar dados de internet móvel.

O Android N foi liberado hoje para desenvolvedores e, com isso, o Google antecipou o seu cronograma de lançamento das prévias de novas versões do seu sistema. Nos últimos anos, a empresa esperou até maio, quando acontece sua conferência para desenvolvedores, chamada Google I/O.

Confira a seguir as cinco principais novidades do Android N, que deve estar presente em smartphones a partir do segundo semestre deste ano.

Multijanela – Uma das principais novidades é o suporte para a exibição e uso de mais um aplicativo ao mesmo tempo, o multijanela. Essa função apareceu primeiro em tablets da Samsung e foi adotada pelo iPad recentemente. Agora, os smartphones e tablets com o sistema Android puro (presente na linha Nexus) também poderão tirar proveito desse uso simultâneo, que permite, por exemplo, ver um vídeo enquanto você fica de olho nos seus e-mails.

Economizador de dados – Esse recurso permitirá fácil acesso para desativar o consumo de dados de aplicativos (individualmente) em segundo plano. Não quer que o Facebook fique sincronizando novidades o tempo todo? É só desligá-lo.

Notificações – De forma parecida com o que acontece no iOS, os donos de smartphones Android com a edição N poderão responder mensagens diretamente da tela de notificações, sem precisar abrir cada app para isso. Vai dar, por exemplo, para responder pessoas no WhatsApp e no Messenger sem precisar abrir os aplicativos em tela cheia.

Gestão de energia melhorada – O Google melhorou a função de repouso, que economiza bateria no smartphone quando ele não é usado por muito tempo, como à noite. A função é chamada agora de Doze++ e pode entrar em atividade em períodos mais curtos de tempo, por exemplo, enquanto o usuário estiver trabalhando ou tomando um banho. Isso reduz o consumo de bateria do gadget ao longo do dia.

Projeto Svelte – Essa iniciativa do Google foi lançada primeiramente na edição KitKat (4.4.4). O que a empresa fez agora foi melhorar ainda mais a velocidade de resposta durante o uso de dispositivos com pouca memória RAM. Isso foi feito otimizando processos realizados em segundo plano. Outra melhoria em termos de performance foi a utilização da API VulkanTM, que dá aos desenvolvedores de aplicativos mais controle sobre os processamentos realizados pelas GPUs (chips dedicados ao processamento gráfico).

Além das novidades, o Google anunciou também um novo programa de testes beta do Android. Por meio dele, os desenvolvedores poderão ter acesso às novidades do sistema rapidamente, uma vez que os downloads serão enviados pelo Google diretamente para os aparelhos cadastrados. Não será preciso realizar nenhum processo complexo de instalação, ela será distribuída via download diretamente nos dispositivos. O Google não informou exatamente quando esse novo programa estará em vigor, informando somente que isso acontecerá em breve.

Fonte: Exame[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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