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Filtro por categoria: Tecnologia

Anatel suspende temporariamente o corte da internet fixa por franquia

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Anatel suspende temporariamente o corte da internet fixa por franquia

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3783″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]A insistência e a indignação de consumidores de todo o Brasil parece surtir cada vez mais efeito — mas talvez não com o resultado esperado. Agora, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu proibir por no mínimo 90 dias o corte de acesso à internet fixa por consumo de franquia ou a cobrança adicional de tarifa após ultrapassagem de determinada banda de tráfego.

A publicação saiu no Diário Oficial da União desta segunda-feira (18) e cita como consideração principal “a relevância do acesso à Internet para os cidadãos e para o desenvolvimento do País”, além do dever de informação e transparência por parte das operadoras em relação a planos e eventuais cortes.

O documento ressalta que o consumidor tem direito a uma ferramenta que permita “o efetivo acompanhamento de seu consumo de volume de dados trafegados”, assim como avisos sobre quando o fim da franquia está próximo e detalhes antes da assinatura do contrato sobre a existência ou não de limite de consumo pela operadora em questão.

Tempos melhores virão?

Ainda é cedo para comemorar a iniciativa da Anatel, até porque ela é somente temporária — ou seja, no fim das contas, a medida de fato permite o corte de conexão ou a redução de velocidade. O que a agência fez foi impor uma série de condições necessárias para que as operadoras estejam autorizadas a efetuar o controle.

Pelos próximos 90 dias, as operadoras terão que identificar o perfil de consumo do público, moldar os planos aos resultados e preparar as ferramentas de acompanhamento de tráfego. A partir da aprovação da Anatel, o estabelecimento das franquias com limite de consumo estará autorizado.

O documento cita que a atribuição do limite de franquia foi legalizado segundo a norma do artigo 63 da Resolução nº 614, de 28 de maio de 2013. Porém, o tal Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) está desatualizado e não foi aplicado pelas operadoras — o que significa que o consumidor criou uma rotina toda baseada em internet ilimitada.

Oi, Claro, NET, Vivo, TIM, Algar, Cabo Telecom, Sercomtel e Sky foram notificadas. Essas operadoras se enquadram em todas as categorias possíveis: algumas já possuem franquia na internet fixa, mas não a praticam, enquanto outras só anunciaram a cobrança, mas ainda não iniciaram os cortes.

Fonte: Tecmundo[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Volocopter: o drone capaz de carregar pessoas

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Volocopter: o drone capaz de carregar pessoas

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][vc_column_text]Se você achava que um projeto tão ambicioso como o Volocopter ia ficar apenas nos protótipos, é melhor pensar novamente. Depois de quase um ano sem novidades do veículo, o drone-helicóptero que já está em projeto desde 2012 finalmente teve a chance de mostrar do que é capaz em campo aberto, no vídeo que você confere logo abaixo.

Antes de tudo, é bom comentar que esse não é o primeiro voo feito pelo Volocopter até hoje, mas é o primeiro ao ar livre. Isso porque, como falamos em matérias anteriores, a categoria de veículos da qual ele faz parte não possuía permissão para voar em espaços públicos, segundo a lei alemã, forçando-os a testá-lo apenas no interior de seu hangar. Por sorte, parece que eles conseguiram mudar isso, ao menos ganhando a chance de colocá-lo em testes tripulados.

Em seu primeiro voo de testes, o drone tripulado de 18 hélices mostrou que é bastante capaz. Embora não tenha feito um passeio digno dos helicópteros comuns, ele conseguiu alcançar alturas entre 20 e 25 metros no passeio; os próximos passos, de acordo com a e-Volo, são testá-lo em médias altitudes e velocidades de até 50 km/h, para, por fim, seguir para uma terceira fase em altitudes ainda maiores e velocidades de até 100 km/h.[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=OazFiIhwAEs”][thb_gap height=”12″][vc_column_text]“O voo foi totalmente incrível”, disse o piloto Alexander Zosel após o pouso, segundo a descrição do vídeo. “Eu apenas empurrei o manche para cima, e o Volocopter simplesmente saltou para cima de um salto”, continuou ele em elogios.

Com isso, é melhor não se surpreender se, dentro de alguns anos, esse enorme drone se tornar comum entre alguns ricaços – porque, convenhamos, se os drones pequenos já são bastante caros, esse definitivamente não vai ser um “brinquedo” barato.

Fonte: Tecmundo[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Smartphones ultrapassam os PCs no uso de internet no Brasil

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Smartphones ultrapassam os PCs no uso de internet no Brasil

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3765″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]

Pela primeira vez na história, os smartphones se tornaram o principal meio através do qual as pessoas acessam a internet no Brasil.

Segundo foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizado em convênio com o Ministério das Comunicações, mostrou que, pela primeira vez, o acesso à internet via telefone celular nos domicílios brasileiros ultrapassou o acesso via computador.

Segundo o estudo, cerca de 80,4% dos lares que têm acesso à internet prefere fazê-lo através do smartphone. De 2013 para 2014, entre os domicílios que acessaram a internet (inclusive os que utilizaram mais de uma forma de acesso), o percentual dos que o fizeram com um computador recuou de 88,4% para 76,6%, enquanto a proporção dos domicílios que acessavam a internet apenas cresceu.

Crescimento

Em 2004, o acesso à internet via computador estava em 6,3 milhões dos domicílios do país e passou para 28,2 milhões em 2014. Esses números equivaliam a 12,2% dos domicílios em 2004 e a 42,1% deles em 2014.

Considerando essas formas de acesso, 48,0% dos domicílios tinham acesso à internet em 2013 e 54,9% deles em 2014

A partir de 2013, a PNAD TIC passou a investigar também o acesso à internet por equipamentos diferentes do computador (celular, tablet, televisão e outros). Considerando todas essas formas de acesso, 48,0% dos domicílios tinham acesso à internet em 2013 e 54,9% deles (ou 36,8 milhões) em 2014.

Devido à distribuição de renda geograficamente desigual no país, esse acesso à internet feito através do celular é muito maior nas regiões Norte e Centro-oeste. Já em regiões com maior concentração econômica, como o Sul e o Sudeste, esse número cai um pouco. Isso acontece pois dispositivos celulares são mais baratos e acessíveis do que computadores pessoais.

Fontes: Tecmundo, IBGE[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

A Google está se preparando para controlar a sua casa

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A Google está se preparando para controlar a sua casa

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3750″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]Você já usa os serviços da Google para navegar na internet e para pesquisar temas. Pode ser que você também seja dono de um smartphone Android e isso coloca você ainda mais inserido nesse contexto. Seu email é “@gmail”? Você armazena documentos no Google Drive?  Pois é… É praticamente impossível estar completamente desvencilhado da empresa de Mountain View.

E em breve, há grandes chances de que vejamos essa influência da Google sendo ainda mais presente. Isso porque a empresa está investindo pesado em tecnologias que possam levar mais conectividade até a casa dos consumidores. Ou seja: a Google está querendo fazer parte do seu ambiente doméstico, com sistemas e produtos totalmente voltados a isso.

E como você deve saber, já há vários desses sistemas no mercado. Quer saber mais sobre eles? Então confira agora mesmo uma pequena amostra de como a Google deve usar seus investimentos em “Internet das Coisas” e Smart homes para fazer com que os seus sistemas controlem a sua casa nos próximos anos.

Brillo: o sistema operacional

No ano passado, a Google apresentou o Brillo. Este é o primeiro sistema operacional feito exclusivamente para a Internet das Coisas, trazendo recursos bem legais para os desenvolvedores que quiserem investir no segmento. O Brillo conta com suporte para processadores ARM, Intel x86 e MIPS-, além de ser compatível com uma série de placas diferentes.

Ou seja: há grandes chances de que fabricantes dos mais diversos tipos de aparelho possam criar conectividade com o uso do sistema. Já com o software disponível, fica muito mais fácil criar a sincronização entre aparelhos. Isso pode permitir, por exemplo, que um app nos smartphones seja capaz de controlar a temperatura de uma geladeira ou o tempo de lavagem de roupas.[/vc_column_text][thb_gap height=”32″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3749″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]Como já foi dito várias vezes, com o Brillo a Google traz a promessa de:

fornecer a possibilidade de criar experiências que sejam simples de criar ao mesmo tempo em que oferecer consistência aos usuários.

Google Nest

Em 2014, a Google comprou uma empresa chamada Nest para poder utilizar suas tecnologias de termostato inteligente e criar casas com a temperatura para os norte-americanos. Os produtos já estão à venda nos Estados Unidos, mas a divisão Nest foi bem além dos termostatos. Recentemente, a empresa anunciou que a Nest também produziria uma câmera integrada a sensores para a vigilância doméstica.

Áudio e vídeo

Entretenimento também é um grande foco da Google e isso tem ficado cada vez mais claro. Um dos maiores exemplos disso está no Chromecast, que foi lançado no começo de 2014 e permitia que os consumidores transformassem HDTVs comuns em televisores Smart — fazendo a conexão de um modo bem completo a smartphones, computadores e tablets.

[/vc_column_text][thb_gap height=”32″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3751″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]

No ano seguinte, uma nova geração do aparelho foi lançada e trouxe algumas melhorias para o mercado — incluindo melhor captação de sinal e mais velocidade para a interação com jogos. Além disso, também em 2015 foi apresentada uma versão para áudio do Chromecast, dando mais conectividade para qualquer aparelho de reprodução multimídia.

Além de tudo isso, também não podemos nos esquecer do sistema operacional Android TV, que foi criado para televisores Smart — dispensando a necessidade do Chromecast, nesse caso. O sistema também traz mais interação e conectividade entre aparelhos e é outra prova de que a Google está investindo em tecnologia para as casas dos consumidores.

OnHub

Se estamos falando que a Google quer conectar toda a sua casa, é claro que a empresa também está pensando em formas de fazer com que a qualidade da internet seja melhorada. E é por isso que a companhia criou o OnHub, que funciona como um roteador inteligente e promete fazer com que as conexões domésticas se tornem muito mais estáveis e velozes.

Um dos principais recursos presente no aparelho é a alocação inteligente de canais de comunicação. Isso faz com que o roteador verifique as frequências que estão menos congestionadas para fazer a transmissão dos dados, evitando afogamentos de rede em locais em que há muitos dispositivos conflitando.

Outra funcionalidade bem interessante é a alocação de banda de acordo com as necessidades do administrador. Isso significa que os usuários podem indicar que um aparelho tem a preferência na rede local, fazendo com que a rede para ele seja disponibilizada com mais qualidade. Assim, sua TV jamais ficaria sem sinal se o Chromecast for cadastrado como preferencial, por exemplo.

Explorando o Google Now

Hoje, o Google Now funciona como um assistente pessoal bem interessante e que pode ajudar em diversos momentos — até mesmo enviando informações de um aparelho para um computador, por exemplo. No futuro, isso deve ser muito mais interessante e complexo, uma vez que o Brillo deve ganhar suporte ao sistema em breve.

Ainda é cedo para dizer que isso vai mesmo acontecer, mas não seria surpreendente se o Google Now interpretasse a localização dos consumidores para fazer com que o termostato fosse ligado, por exemplo. São muitas as possibilidades e, certamente, a empresa de Mountain View já está com projetos bem elaborados para grande parte delas.

Fonte: Tecmundo[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Conheça o data center do Google em que empregados não entram

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Conheça o data center do Google em que empregados não entram

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][vc_column_text]Vestir o crachá do Google não dá acesso a um dos corações da empresa, em Oregon, nos Estados Unidos.
O Data Center da empresa, que fica em The Dalles, conta com proteção contra eventuais quedas no sistema 24 horas por dia e uma equipe de plantão para resolver qualquer problema que surja.

A maioria dos funcionários do Google não tem acesso ao local. Para entrar no centro de infraestrutura de dados, repleto de andares e mais andares de servidores, há um rígido controle que inclui checagem dupla de dados biométricos por meio da íris do visitante e um círculo de bloqueio, que só permite a entrada de uma pessoa por vez.

No entanto, já possível conhecer o local por meio de um tour virtual 360º, disponível em resolução de 4K no Google Cardboard, YouTube Mobile e Chrome. O vídeo foi liberado esta semana pelo Google e já tem 252 mil views, confira:[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=zDAYZU4A3w0″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]

Fonte: Exame[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Nova plataforma pretende expor a sujeira da política brasileira

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Nova plataforma pretende expor a sujeira da política brasileira

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O BrasiLeaks é uma nova ferramenta que pretende levar “transparência para os poderosos e privacidade para o povo”. Baseada na GlobaLeaks, é um meio para denúncias anônimas, com sigilo de fonte garantido pelo artigo 5° da Constituição Brasileira, que vai mostrar materiais diversos. Isso inclui: vazamentos de governos ou empresas, assuntos sensíveis, como corrupção, fraude, desvio de verbas, abuso de poder e até opressão em corporações, universidades e ambientes com relações de hierarquia. 

[/vc_column_text][thb_gap height=”32″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3734″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]

As denúncias não vão servir meramente para mapeamento/registro, mas sim para a liberação ao público

Segundo os criadores, o objetivo do BrasiLeaks é o “impacto de a informação revelada ser amplificada ao máximo, tanto em nível midiático como civil e legal”.  Anônimos, os criadores apenas comentaram que são “pessoas preocupadas com o anonimato e a privacidade de quem usa a internet no Brasil para circular informações de acesso restrito e que sejam importantes para a sociedade”. A questão sobre o anonimato também é respondida simplesmente: “para que a pessoa não sofra com perseguições, represálias e até assassinato”.

O BrasiLeaks busca parcerias com profissionais ou veículos da mídia que “ficarão responsáveis pela maior parte da filtragem do material recebido, pela apuração e investigação das denúncias, além da elaboração de algum conteúdo a ser publicado”.

Ainda, o “trabalho de apuração deve ser eficiente, para que o nosso serviço não acabe provocando danos irresponsáveis a indivíduos ou à sociedade”. Isso significa que as denúncias não vão servir meramente para mapeamento/registro, mas sim para a liberação ao público.

Eu quero denunciar. Como faço?

O BrasiLeaks deixa claro que você precisa navegar com o Tor caso queira preencher uma denúncia. O navegador Tor é uma versão modificada do Firefox que, assim que é aberto, inicia automaticamente uma série de processos para que o tráfego de dados seja redirecionado para a rede Tor.

Essa rede é “construída de forma voluntária por pessoas de todo o mundo, e os dados e metadados que passam por ela são criptografados repetidas vezes, garantindo assim a privacidade e o anonimato para quem estiver fazendo a denúncia por meio da plataforma”, comentaram os criadores. Ainda, o Tor vem com a extensão “HTTPS Everywhere”, que força a conexão com sites a usar um protocolo mais seguro de comunicação, a HTTPS.

O pessoal do BrasiLeaks ensina os passos no próprio site. “Mas, eles vão saber a minha identidade?”, você pode estar se perguntando. A resposta é não: “Nós, do BrasiLeaks, não temos como identificar o computador de origem dessa denúncia nem qualquer outra coisa sobre a pessoa que enviou informação sigilosa — a não ser que no conteúdo exista algo do tipo”.

Fonte: Tecmundo

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iPhone SE com tela menor e preço mais baixo tem lançamento nos EUA

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iPhone SE com tela menor e preço mais baixo tem lançamento nos EUA

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O iPhone SE é o novo smartphone da Apple, que vem como opção para quem prefere as telas de 4 polegadas.

O aparelho vem com preço agressivo de US$ 399 (cerca de R$ 1.500, no câmbio do dia), e repete o visual do iPhone 5S, com construção em metal, mas com o poder de processamento do iPhone 6S. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (21) em um evento na sede da empresa em Cupertino, nos Estados Unidos.

Com o lançamento, a Apple tem dois objetivos: conquistar a China, um de seus mercados prioritários, e os usuários que buscam sua primeira experiência com smartphones – especificamente, iPhones. Vale lembrar que esta é a segunda vez que a fabricante anuncia uma edição especial do iPhone, como já ocorreu com o iPhone 5C.

Dentro do SE tem o processador A9, duas vezes mais potente que o antigo processador do iPhone 5S. Os gráficos são melhores graças ao processamento gráfico três vezes mais potente que no modelo anterior.

 

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O novo dispositivo ainda estreia o coprocessador de movimentos M9. Ele é responsável por manter os diversos sensores embutidos no iPhone funcionando permanentemente – inclusive o pedômetro, sensor que conta os passos dados pelo dono do celular ao longo do dia. Ele é particularmente útil para quem quer acompanhar as atividades físicas.

Toda a ficha técnica foi atualizada para incluir as melhorias mais recentes criadas pela Apple. O SE tem a assistente virtual Siri ativa o tempo inteiro – basta falar a frase “E aí, Siri” para acioná-la. A conexão com a rede 4G deve ser mais rápida.

A câmera passou de 8 MP para 12 MP, com direito à função Focus Pixels, em que os pixels são usados para focar automaticamente o objeto mais importante da cena. A promessa é de fotos mais belas, em um momento em que as empresas de celular param de incluir megapixels ano após ano, para melhorar a qualidade da captura de imagens feita com esses megapixels. Fotos panoramas podem ter até 63 MP.

Em termos de gravação de vídeos, a nova edição do iPhone 5S é capaz de filmar em altíssima resolução 4K. Ele também é compatível com vídeos em 1080p a 60 quadros por segundo ou slow-motion a 240 quadros por segundo (a resolução para este recurso não foi informada).

Assim como o iPhone 6S e o iPhone 6S Plus, o novo iPhone SE também é compatível com o Live Photos, Na prática, o smartphone grava alguns instantes antes e alguns instantes após o usuário bater uma foto, gerando um breve clipe de vídeo digno das fotografias vistas na série de filmes “Harry Potter”.

O modelo com display de 4 polegadas tem tela Retina com resolução de 1136 x 640 pixels. Não chega a ser HD. Ela também não conta com o sensor de pressão 3D Touch, capaz de sentir a força aplicada pelo usuário sobre a tela. A ficha técnica cita ainda a rede 4G mais rápida, uma vez que ficou compatível com os padrões mais recentes do mercado.

Considerado o “iPhone mais acessível” que a Apple já produziu, segundo o vice-presidente Greg Joswiak, o SE custa US$ 399 nos Estados Unidos pelo modelo com memória interna de 16 GB. Quem quiser comprar um iPhone SE com um mais armazenamento precisa desembolsar US$ 499 pelo modelo com 64 GB.

Operadoras de telefonia americanas vão oferecer o SE de graça em alguns planos com contrato de 24 meses. A própria Apple também vai vendê-lo num programa de financiamento com duração de dois anos, pelo valor de US$ 17 mensais.

Nos Estados Unidos, algumas operadoras de telefonia vão até mesmo oferecer o SE de graça em planos com contrato de 24 meses. A Apple também anunciou um programa de financiamento em que o iPhone SE é vendido parcelado por US$ 17 mensais ao longo de dois anos.

O iPhone SE tem pré-venda marcada para 24/03 e chega às lojas americanas em 31/03. Por enquanto não temos nenhuma palavra sobre o preço e disponibilidade dele no Brasil, mas a fabricante prometeu que o modelo de baixo custo será vendido em mais de cem nações ainda no primeiro semestre e em quatro cores: dourado, prateado, cinza espacial e rosa.

Fonte: Techtudo

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Nike lança tênis com cadarço automático

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Nike lança tênis com cadarço automático

[/vc_column_text][thb_gap height=”12″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=z7Cyv3cvIxY”][thb_gap height=”32″][vc_column_text]

A Nike liberou ontem um teaser em seu canal no YouTube mostrando um pouco mais de seu novo tênis: o Nike HyperAdapt 1.0. A própria empresa anuncia o modelo como “a manifestação do inimaginável”, e isso tem uma razão muito especial: ele ajusta o cadarço automaticamente no pé do usuário e tem uma luz muito maneira na sola.

Feito com a finalidade de atender aos atletas, o HyperAdapt 1.0 foi criado sobre três princípios de engenharia: a digital, elétrica e mecânica, tudo para atender às diferentes preferências de tensão e amarração dos cadarços. Tudo isso enquanto a central “acende” na sola.

Ao vestir o tênis, seu calcanhar irá pressionar um sensor e o sistema irá ajustar os cadarços automaticamente, explica Tiffany Beers, do setor de inovação da Nike.

Existem dois botões nas laterais para deixar mais apertado ou mais solto e você pode mexer até que fique perfeito.

A grande sacada é poder oferecer micro-ajustes e evitar que os atletas sofram com problemas causados por cadarços muito apertados ou muito soltos.[/vc_column_text][thb_gap height=”32″][thb_image alignment=”center” lightbox=”” img_size=”full” image=”3721″][thb_gap height=”32″][vc_column_text]O projeto inicial do HyperAdapt 1.0 consistiu em uma bota para snowboarding com um gerador externo – bem diferente do produto final, que agora serve como plataforma para o que a Nike espera ser uma nova era no desenvolvimento de calçados de performance.

No entanto, não é todo mundo que poderá comprar o tênis: apenas os membros do programa Nike+ da empresa poderão adquiri-lo nas três cores disponíveis e que serão vendidas no fim de 2016. Parece que demorou um pouco, mas, finalmente, os tênis de “De Volta para o Futuro” chegaram.

Fonte: Tecmundo[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Limite de dados em internet fixa pode prejudicar milhões de brasileiros

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Limite de dados em internet fixa pode prejudicar milhões de brasileiros

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Vivo, NET e Oi, três das principais operadoras de telecomunicação do Brasil, anunciaram recentemente que todos os seus planos de internet fixa serão oferecidos com um limite de dados. Desse modo, mesmo conexões por ADSL – aquelas em que a rede aproveita a linha de telefone do usuário – funcionarão por franquia, como nos planos de internet móvel.

Em outras palavras, as operadoras poderão cortar ou reduzir a velocidade da internet quando o usuário atingir o limite. Atualmente, os planos de internet fixa são regulados por velocidade, e não há volume máximo de dados. Um consumidor pode baixar filmes, músicas e assistir vídeos o quanto quiser, pagando apenas pela velocidade com que esses dados trafegam. Com um limite de consumo, a experiência do usuário é seriamente prejudicada.

Veja o caso da Netflix, por exemplo. O serviço de streaming oferece diversos filmes e séries de TV em alta resolução, sendo que um vídeo em HD (a partir de 720p) consome algo em torno de 3GB por hora, segundo a empresa. Se você assistir a dois episódios da sua série favorita por dia, com cerca de 50 minutos cada um, e em alta resolução, ao fim do mês você terá gasto 180GB da sua franquia de dados fixa. Só com Netflix.

Acrescente ao cálculo todos os outros aplicativos da vida moderna que consomem cada vez mais dados. Pense em quantas horas de vídeos no YouTube você assiste por mês, em quantos vídeos e fotos são exibidos na sua linha do tempo no Facebook ou no Twitter, no número de imagens que você baixa no Snapchat e nas atualizações de apps que o seu smartphone exige diariamente.

Agora multiplique esse número pela quantidade de dispositivos ligados à sua rede fixa, incluindo celulares da família, computador, laptop, tablet e videogame, por cabo ou pelo Wi-Fi. Ao fim das contas, você perceberá que um plano de 130GB – o mais alto e caro oferecido pela Vivo, por exemplo – não é muita coisa.

E é justamente nesse ponto que se encontra o “trunfo” das operadoras de telecomunicações, que agora possuem argumentos não só para convencê-lo a aumentar a velocidade da sua internet, mas também a contratar uma franquia com limite maior, e, consequentemente, mais cara, ou ainda mudar-se para a fibra ótica.

Isso é permitido?

Atualmente, mais de 25 milhões de brasileiros acessam a internet por redes fixas. Com essas novas regras, muitos usuários poderiam ser prejudicados pela interrupção inesperada de serviços ou mesmo por uma queda na velocidade quando atingissem o limite de suas franquias. Mas o que a lei tem a dizer?

O modelo de cobrança é regulamentado normalmente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), assim como é permitido em contratos de redes móveis. As operadoras só precisam respeitar algumas exigências, como a de oferecer ao consumidor uma ferramenta para que ele monitore o volume de dados consumido em tempo real. Além disso, as empresas devem alertar o usuário quando ele estiver perto de atingir o limite contratado.

O Marco Civil da Internet também dá liberdade para que as operadoras cobrem o cliente da maneira que acharem melhor. A única restrição, nesse sentido, se refere ao conteúdo: uma empresa não pode impedir o usuário de acessar alguns sites, mas podem, sim, interromper a conexão do consumidor em caso de “débito diretamente decorrente de sua utilização”.

Como saber se serei afetado?

Por enquanto, as novas regras afetam apenas usuários de conexões ADSL, deixando “ilesos” os consumidores de internet por meio de fibra ótica. Clientes da NET também já acessam a rede pelo regime de franquia de dados há tempos, o que a empresa justifica em seu site oficial dizendo que “se preocupa muito com a qualidade dos serviços que presta”.

“Um fator chave para garantir a velocidade de conexão da banda larga é ter a rede corretamente dimensionada para atender bem todos os nossos clientes. O perfil de utilização de cada cliente impacta diretamente no tráfego e com isso a NET tem consistentemente conseguido oferecer maior velocidade e menor preço”, argumenta a companhia.

Já a Vivo, recém-chegada ao ramo de cobrança por franquia, estabelece as seguintes métricas:

  • Banda Larga Popular de 200 kbps: 10 GB por mês
  • Banda Larga Popular de 1 e 2 Mbps: 10 GB por mês
  • Vivo Internet de 4 Mbps: 50 GB por mês
  • Vivo Internet de 8 e 10 Mbps: 100 GB por mês
  • Vivo Internet de 15 Mbps: 120 GB por mês
  • Vivo Internet de 25 Mbps: 130 GB por mês

A cobrança franqueada começou a valer na Vivo desde o último dia 5 de fevereiro. Contratos estabelecidos antes dessa data, porém, serão mantidos ilimitados até o dia 31 de dezembro de 2016. Já os planos da Oi são um pouco mais generosos com quem possui planos de internet mais lenta, mas também são mais restritivos chegando aos valores mais altos:

  • Até 600 kbps: 20GB por mês
  • Até 1 Mbps: 40 GB por mês
  • Até 2 Mbps: 50 GB por mês
  • Até 5 Mbps: 60 GB por mês
  • Até 10 Mbps: 80 GB por mês
  • Até 15 Mbps: 100 GB por mês

A Tim, que também oferece serviço de internet por conexão ADSL, não possui planos sob franquia. Em nota, a empresa afirmou que também não pretende mudar seu modo de cobrança por enquanto.

Próximos passos

A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) do Ministério Público do Distrito Federal deu início a um processo que investigará essas ofertas da Vivo, Oi e NET. De acordo com o promotor Paulo Roberto Binicheski, a cobrança com limite de dados é desvantajosa para o consumidor.

A proposta de alteração do sistema de cobrança reflete planos comerciais abusivos, com o propósito disfarçado de encarecer os custos de utilização da internet pelo usuário médio, disse Binicheski em nota divulgada à imprensa.

Ao consumidor, resta aguardar o desenrolar dos fatos e, assim como já faz no celular, tentar restringir os gastos com internet mesmo quando estiver em casa.

Fonte: Olhar Digital[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Google e hospital de SP se unem para lançar “médico virtual” no Brasil

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Google e hospital de SP se unem para lançar “médico virtual” no Brasil

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A partir de agora, buscas por doenças feitas no Google trarão dados confiáveis fornecidos pelo Hospital Albert Einstein, de SP.

O Google anunciou uma parceria especial com o Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, para exibir dados confiáveis sobre doenças em suas buscas.

Usado por muita gente como um verdadeiro “médico virtual” no caso de uma dor qualquer ou quando recebe-se um exame aguardado, o maior buscador do mundo agora conta com quadros especiais com informações de alta qualidade sobre diferentes doenças. De acordo com a gigante, esses conteúdos foram desenvolvidos junto com dezenas de médicos do Einstein.

Ao buscar por algo como “catapora” ou “sarampo”, por exemplo, o usuário verá um quadro especial no canto direito da tela de buscas com diversas informações sobre aquela doença, incluindo uma descrição e uma lista dos principais sintomas. Na parte inferior, sempre vemos a mesma fonte: Hospital Albert Einstein.

Por enquanto, o Google não revela exatamente quantas doenças estão dentro desse programa especial, dizendo apenas que são “centenas das doenças mais buscadas”.

Talvez isso explique a presença da “dengue” e da “zika”, ambas em alta no noticiário do Brasil, mas a ausência da chikungunya, transmitida pelo mesmo mosquito Aedes Aegypti, mas ainda sem tanta atenção no país.

Segundo o Google, o projeto nasceu há alguns anos com os seus engenheiros do escritório de Belo Horizonte. Apesar disso, vale notar que a plataforma foi lançada antes nos EUA.

Fonte: IDGNOW!

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